Abraham Sin Oih Yu
Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração de Empresas, atuando principalmente nos seguintes temas: obsolescência tecnológica, inovação tecnológica, análise de decisão e ciência e tecnologia.
Agamenon Martins Borges
Médico, formado em Direito.
Antonio Giannella Neto
Atua em Engenharia Biomédica, com ênfase em Modelagem de Sistemas Biológicos. Suas atividades se concentram no estudo do pulmão: mecânica pulmonar, ventilação mecânica, ergoespirometria, monitorização em terapia intensiva e interações cardio-respiratórias e avaliação de desempenho de equipamentos médicos da área pulmonar.
Antonio Fernando Catelli Infantosi
Atuando principalmente nos seguintes temas: Epidemiologia, Reconhecimento de Padrões, Processamento de Sinais Biológicos.

Beatriz de Faria Leão
Alia experiência acadêmica (foi professora adjunta na UNIFESP e no Instituto de Informática da UFRGS), de governo (consultora no Ministério da Saúde- DATASUS e Programa Brasileiro de Telessáude ) e da área privada. É coordenadora do Grupo 1 Arquitetura da Comissão Especial de Estudos em Informática em Saúde da ABNT e coordenadora do Grupo de Trabalho em Padrões da IMIA International Medical Informatics Association.
Candido Pinto Melo
In Memorian
Cláudio Giulliano Alves da Costa
Foi Presidente e atualmente é o Tesoureiro da SBIS. Sua área de atuação são Modelos de maturidade para adoção do prontuário eletrônico, na FOLKS. Almeja para os próximos anos da entidade ajudar na expansão e reconhecimento da área de informática em saúde.
Daniel Sigulem
Sua área de atuação é Sistemas de apoio a decisão. Tinha como objetivo na fundação da entidade tirar o profissional da saúde do obscurantismo analógico, e coloca-lo no mundo digital. “Ou como Alvin Toffler diria, tirá-lo da era industrial e migrá-lo para era do conhecimento”, afirma Sigulem. Pretende que a SBIS seja cada vez mais ativa, mais representante, tanto da comunidade científica, quanto da comunidade comercial.
Eugenio Cezar Mussak
Via imenso desconhecimento e desconfiança, à época, da importância da tecnologia da informação a serviço da ciência médica e das políticas da saúde, como uma das maiores dificuldades na Fundação. Espera que a SBIS continue com o estímulo ao preparo, ao estudo, à pesquisa e ao investimento, por parte dos profissionais médicos e, principalmente, das escolas de medicina e dos responsáveis pelas políticas públicas. Afinal, o avanço da tecnologia da informação é responsável pela mais importante avanço das demais ciências e da gestão no mundo moderno.
Fábio Latuf Gandour
Fábio Latuf Gandour é gerente de Novas Tecnologias na IBM Brasil. Membro da Academia de Ciências de New York e da Academia IBM de Tecnologia, assumiu este novo cargo em outubro de 2000, tendo a responsabilidade de difundir as inovações tecnológicas pelo Brasil.
György Miklós Böhm
Linhas de pesquisa e área de atuação: Telemedicina, Telessaúde, Informática Médica, Tele-educação para paciente asmático, Realidade virtual e sistema 3D.
Heimar de Fátima Marin
Foi presidente da SBIS em duas gestões, além de ter ocupado cargos de vice-presidente, secretária e comissão de admissão. Área de pesquisa e atuação: Registro Eletrônico de Saúde e Avaliação de Sistemas. Deseja que a SBIS fortaleça o propósito cientifico e seja líder nas diretrizes nacionais e acadêmicas para o ensino e a prática em informática em saúde.

José Hugo Sabatino
Ocupou cargo de Tesoureiro na SBIS. Dentro da área foi pioneiro em EAD e implementação de software específicos para facilitar aulas por computador. Há 30 anos, a falta de interesse dos médicos e a falta de fundos para a SBIS eram alguns dos obstáculos enfrentados.

Koichi Sameshima
Seus principais temas de pesquisa são o estudo da plasticidade neural, aspectos funcionais e de processamento de informações cognitivas do cérebro dos mamíferos avaliadas através de protocolos de neurociência comportamental, eletrofisiológica e computacionais.
Marco Antônio Gutierrez
Foi Presidente da SBIS, Vice-Presidente e Tesoureiro. Sua área de atuação é Processamento de Sinais e Imagens Biomédicos. Uma das dificuldades que percebe ainda na área de IS é a caracterização para a comunidade científica da importância de informática biomédica como área de conhecimento.

Maria Bernadete de Paula Eduardo
Sua área de atuação é Sistemas de Informação em Saúde, atualmente mais voltada para os sistemas de Vigilância Epidemiológica. Deseja uma atuação da entidade mais voltada às áreas relacionadas à informação em saúde pública e crê que a SBIS tem muito a contribuir para o avanço nesse setor.
Mariza Machado Klück
Foi Presidente, Vice-Presidente, e integrou o conselho de admissão e fiscal. “Não penso que tenhamos enfrentado dificuldades na criação da SBIS, pois contávamos com o apoio incondicional do CNPq na época, graças à atuação do Dr. Reginaldo Albuquerque. Nossa maior dificuldade foi e tem sido a falta de reconhecimento da área de IS pelos órgãos de fomento” – relata Mariza. “Espero que a SBIS continue sua trajetória de sucesso, mas que também retome alguns princípios que nortearam sua fundação e que parecem ter sido esquecidos.”
Miguel Angelo Laporta Nicolelis
Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Neurofisiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: informática médica, eletrofisiologia, sistemas sensoriais, sistema somestésico e próteses neurológicas.Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Neurofisiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: informática médica, eletrofisiologia, sistemas sensoriais, sistema somestésico e próteses neurológicas.

Roberto Jaime Rodrigues
Foi Fundador e Presidente da SBIS. Tinha como objetivo o estabelecimento de primeira associação nacional na área de informática médica, quando da sua fundação.O restrito número de profissionais na área era uma dificuldade a ser enfrentada e a vê o crescimento internacional da SBIS com entusiasmo, e deseja o aumento do número de associados.
Samuel Goihman
Seu objetivo na fundação da SBIS era o desenvolvimento da Informática em Saúde Pública. A falta de recursos específicos para a área de IS foi uma das dificuldades encontradas na fundação da SBIS.
Sylvain Nahum Levy
Um dos seus objetivos na fundação da SBIS era aproximar a academia da área de serviços. Relata que uma das dificuldades na época eram “…as desconfianças que existiam entre os diversos grupos que trabalhavam na área, o que impediu, inclusive, a criação da SBIS um ano antes, no Seminário Nacional de Informática Médica, realizado em novembro de 1985, em Brasília. ” Espera que a entidade continue em sua firme trajetória de estimular as aplicações e o bom uso de TI no setor saúde, em todas as suas dimensões, desenvolvendo e implementando soluções metodológicas e tecnológicas, contribuindo, assim, para o fortalecimento do setor saúde e a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.

Umberto Tachinardi Andrade Silva
Foi Presidente da SBIS e integrou a comissão de admissão. Uma das dificuldades que percebe ainda hoje é a definição de uma identidade própria, separada das outras associações já estabelecidas (i.e. SBEB e SBFM). Deseja para o futuro da SBIS continuar ajudando a (finalmente) desenvolver a área de Informática em Saúde como uma área estratégica para todas as outras disciplinas ligadas à Saúde. O Brasil tem enorme potencial de expansão, visto o que ocorre em outros países, a SBIS deve ter um papel de liderança neste processo.
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